sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Fisiologia: Músculo esquelético - Contração muscular

Olá amigos estudantes, tb?

Esse é mais um vídeo do Profº Fernando que pode auxilia-los. Nessa aula ele fala sobre o músculo esquelético ilustrando a contração muscular.  Essa aula contempla a matéria de Fisiologia e geralmente é apresentada logo nos primeiros módulos.

O que estão achando do Blog? Tem alguma sugestão de matéria? Comente nas postagens :)

Bons estudos!!



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Anatomia do Osso Longo

Foto retirada de : http://anatomiadescritivaveterinaria.blogspot.com.br/
Diáfise ("Corpo" do osso): Extensão do osso.

Epífise(Extremidades): Extremidade proximal e distal do osso.

Metáfise: Loga abaixo da epífise.

Linha epifisária: Linha de crescimento, é preenchida com cartilagem que ao longo do desenvolvimento do animal vai sendo trocada por tecido ósseo.

Periósteo: Membrana vascularizada que recobre o osso, não cobrindo as extremidades, pois já são cobertas por cartilagem articular.

Cartilagem Articular: Cartilagem Hialina (recobre as extremidades do osso pois ele terá contato com outro osso formando a articulação).

Osso esponjoso: Osso com pequenos espaços que ajudam a proteger contra estresses. A medula óssea vermelha preenchem esses espaços.

Osso compacto:  Formado por osteócitos cilíndricos muito comprimidos, estão localizados na matriz óssea contendo canais para os vasos sanguíneos,

Cavidade medular: Preenchida por medula óssea amarela.

Artéria nutrícia: Artéria que nutre o osso.


Fonte: KAINER. Robert A. Anatomia do cão: Atlas para colorir. 1ª edição. 2008

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Fisiologia celular - Potencial de ação da célula

Essa é uma das primeiras aulas de fisiologia que você vai ter e também uma das que mais vai utilizar, pelo menos no começo.
Esse vídeo explica detalhadamente sobre o potencial de ação de uma célula e pode complementar suas aulas.




sábado, 7 de março de 2015

A célula bacteriana Part. 1


Estruturas externas á parede celular

Glicocálice 

Fonte: http://educacao.globo.com/biologia/assunto/microbiologia/bacterias.html 
O glicocálice é um polímero de aspecto viscoso e gelatinoso que fica na parte externa da parede celular, composto de polissacarídeos, polipeptídio ou os dois. Quando essa substância está bem aderida a parede celular o glicocálise é chamado de Cápsula. Se ela não for organizada e estiver fracamente aderida é chamada de Camada viscosa.

A cápsula ajuda no fator virulência de algumas bactérias protegendo-as da fagocitose dentro da célula hospedeira. Um exemplo são as bactérias Streptococcus pneumoniae que causam a pneumonia apenas quando as células estão protegidas por cápsulas, do contrário não causam a doença e são fagocitadas pela célula hospedeira.  

Quando um glicocálise auxilia as células a se fixarem em seu ambiente ou umas as outras é denominado: substância polimérica extracelular (SPE). Ela ajuda a proteger as células facilitando sua comunicação e ainda permite a sobrevivência por meio da fixação no meio em que está inserida. Exemplo disso são as Streptococcus mutans, uma bactéria que causa cárie fixando-se a superfície do dente pela SPE.  

Flagelos

Longos apêndices filamentosos que compõe algumas bactérias e tem a função de locomoção. São quatro classificações de acordo com a localização e número de flagelos:


Peritríqueos: estão dispostos ao longo de toda célula.
Monotríqueo: Apenas um flagelo
Lofotríqueo: Alguns flagelos em um único lado

Anfitríqueo: Em ambos os polos da célula 
Os flagelos são divididos em 3 partes: O filamento, que contém a proteína globular flagelina, o gancho que é o local onde o filamento está aderido e o corpo basal que prende o flagelo na parede celular e na membrana plasmática. 

Fímbrias e Pili
São estruturas curtas, retas e finas, porém com funções diferentes.
As fimbrias podem estar presentes em toda a volta de uma bactéria ou apenas em seus polos, tendem a se aderir a qualquer superfície.

O pili (Pilus no singular) são um pouco mais alongados e quando estão na célula sua quantidade é limitada: de 1 a 2 pili. São responsáveis pela mobilidade celular (com movimentos curtos e abruptos) e pela transferência de DNA entre as células pelas pili de conjugação. 

Fonte e imagem: TORTORA. Gerard JFUNKE. Berdell R; CASE. Christine L. - Microbiologia. 10ª Edição.  Editora: Artmed .2012

sexta-feira, 6 de março de 2015

Introdução ao sistema respiratório


O sistema respiratório é essencial para troca de gases. A respiração compreende: transporte de gases até as células e o processo oxidativo dentro das células ( descrito na fisiologia).

As partículas de poeira presentes no ar inspirado são filtradas e o ar é umedecido e aquecido  nas vias respiratórias (pela cavidade nasal e conchas) e transferido para os pulmões. O oxigênio se encaminha para o sangue e o dióxido de carbono do sangue volta para o ar inspirado. O ar expirado é composto por:  16% de oxigênio, 4% de dióxido de carbono e 80% de nitrogênio.
O transporte dos gases saindo do pulmão para as células e retornando para o pulmões se da através do sistema circulatório.  
O sistema circulatório se divide em:
Vias respiratórias-> Nariz externo, Cavidade nasal, Parte nasal da laringe, Traqueia, Brônquios e Pulmões
 Locais de troca gasosa (interior dos pulmões)-> Bronquíolos respiratórios, Ductos alveolares, Sáculos alveolares e Alvéolos.

Órgãos respiratórios localizados dentro da cabeça compõe o trato respiratório superior-> Nariz, seios paranasais, parte nasal da faringe.
O trato respiratório inferior é composto por: Laringe, Traquéia e Pulmões.

Grande parte do sistema respiratório é revestido por mucosa respiratória com o epitélio produtor de muco e pseudoestratificado. Partes que precisam de uma maior resistência como narinas, laringe e epiglote tem o epitélio escamoso estratificado. Na região olfativa encontra-se a mucosa olfativa e em locais onde ocorre a troca gasosa encontram-se apenas uma camada simples de células epiteliais escamosas.

Fonte e imagem: HORST E. K; HANS. G - Anatomia dos animais doméstico: Texto e Atlas Colorido.  4ª Ed.  Editora: Artmed .2011

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Sistema Digestório dos cães - Dentes

A fórmula dentária para os dentes permanentes dos cães é:
2 (I3/3 C1/1 P4/4 M2/3)= 42 dentes

Sendo de cada lado e inferior e superior : I=Incisivos(3)
C= Caninos(2)
P= Pré molar (4)
M= Molar (arcada superior 2, arcada inferior 3 de cada lado)
   Antes de ter os dentes permanentes, os cães tem os dentes decíduos(dentição temporária), sendo a fórmula:
2 (I3/3 C1/1 P3/3 )= 28 dentes
Em algumas raças de cães os molares inferiores é podem aparecer totalizando 30 ou 32 dentes.


Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwFP1hGdh4dx7ySlG5aRxTnSqjAclMVzaPKaY7WbWU_CcfXRNUsrYPQvTldXtrIYbdPoCWpM56dNTe-7VjDuvWyLYh3aKMnWAeYGlx7ewup664UIv0rZzjsbL7n93DYYVXEt9oOTJ2Yh2e/s1600/IMG_0720.jpg




Fonte: http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2013/01/36.jpg

Função de cada dente: 

Dentes carniceiros(4º P superior e 1º molar inferior) e o resto dos pré molares: Cortam o alimento.
Incisivos e Caninos: Apreensão do alimento.
Molares: Esmagam e moem o alimento.

http://www.labin.unilasalle.edu.br/
Fonte: http://www.labin.unilasalle.edu.br
Doença periodontal: É a doença dentária mais comum dos cães, seguida pela fratura do dente.  Uma placa de cor clara e mole nos dentes e na gengiva (composta de alimentos, bactérias e depósito de saliva) endurece pelos minerais da própria saliva. Esse processo de endurecimento resulta no tártaro que se expande para o sulco gengival provando a gengivite. Sem tratamento a periodontite causa multiplicação bacteriana que resulta em sangramento e perda dos tecidos, destrói o ligamento periodontal e o animal pode perder os dentes.Essa inflamação se expande também para o alvéolo dental conduzindo a perda óssea e a perda do dente.



Fonte do texto: KAINER. Robert A. Anatomia do cão: Atlas para colorir. 1ª edição. 2008

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Músculos da cabeça

Clique na imagem para ampliar.



Fonte: Horst Konig e Hans Liebich - Anatomia dos animais Doméstico